
Sim, sobre cinema
again. Mas eu descobri um
fatãão daqueles, e me senti mui mal por não saber. Puf
"O menino do pijama listrado", livro: perturbador, porém, tão bem escrito que beira à uma fábula clássica. Não vou me
ater ao livro, mas é incrível e vale muito a pena ler. :D :D
"O menino do pijama listrado", filme:
leesho,
né? O Remo
João Lupin como um pai de família /nazista comandante de um campo de concentração não cola mermo.
Siiim, escalaram esse
ator chinelão pra um papel tão forte. Ah, ele tá sem o
bigodón.
E o
judeuzinho (gordo, digo, muito bem alimentado para estar num campo)
parece que diz "eu sou judeu, o mundo me odeia, arrombaram meu
cú" como quem diz "ah, vou ali no
mercadinho comprar uma bala".
E por que diabos
insistiram em fazer no filme com que o Bruno -para quem leu ou assistiu- parecesse um
puta retardado mental correndo o filme todo imitando um
aviãozinho. ¬¬
NOSSA
me apavorei com a baixa qualidade desse post. Eu sei, tá!
Mas o caso é que, incluíram no filme uma passagem que não existe no livro; um bom leitor criticaria pacas isso, porém isso foi O fator pra que eu descobrisse uma passagem histórica que livro algum havia me ensinado. Resumindo, Ralf, pai do Bruno, recebe convidados em sua casa e lhes mostra um filme patrocinado pela SS, que se chama "O Führer dá uma cidade aos judeus". Séério, quanta hipocrisia! O filme mostra imagens fictícias de supostos judeus em seus campos de concentração, onde existiriam "cafés, hortas, oficinas de artesanato, além de usufruir de espaços para lazer e esporte"!
Por favor, espero que meu público -ai me senti pop-, leitores, whatever, saibam a [palavra feia] que isso é, em termos históricos e sociais. Bah, imagina as pessoinhas felizes lá assistindo e ainda aplaudindo a bondade que Hitler fazia pelos pobres judeuzinhos. Ah vá
PS: entretando, a tradução do livro decai demaaais em uma questão: como é que puderam traduzir Führer como Fúria? -vários pontos de interrogação-
A perplexidade não me deixou raciocinar direito, perdoem o estado deste post