segunda-feira, junho 22

Ou isto ou aquilo

"Ou se tem chuva ou não se tem sol,
ou se tem sol ou não se tem chuva!
Ou se calça a luva e não se põe o anel,
ou se põe o anel e não se calça a luva!
Quem sobe nos ares não fica no chão,
Quem fica no chão não sobe nos ares.
É uma grande pena que não se possa
estar ao mesmo tempo em dois lugares!
Ou guardo dinheiro e não compro doce,
ou compro doce e não guardo dinheiro.
Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo...
e vivo escolhendo o dia inteiro!
Não sei se brinco, não sei se estudo,
se saio correndo ou fico tranqüilo.
Mas não consegui entender ainda qual é melhor: se é isto ou aquilo."


Obrigado, Cecília Meireles, daqui eu assumo. Esta poesia está desde o início do ano letivo na parede da biblioteca do colégio. Sim, e só agora ela faz algum sentido.
Eu não sou o Adam Brody, aqui não é o longíquo condado de Orange Count. E não, eu não sou adepto da poligamia. Eu quero isto ou aquilo.
Mas quando a escolha interferir seriamente -ou não, índio não ser prepotente- na vida de outra pessoa, e esta pessoa sofrer com isso, seja quem for, eu não posso dar uma de paparazzi "estou fazendo meu trabalho". Os militares que exerminavam judeus nas câmaras de gás também faziam seu trabalho -plágio oi, obrigado século XXI, citação de alguém famoso, não lembro quem, super exagerada bgs, e eu estou fugindo do assunto-. Tradução: Se os meus atos (involuntários?) interferem na vida de outras pessoas, eu sou responsável pelas consequências /tchau trema/.

E afinal, se uma decisão assim pode acarretar tantos problemas, talvez nem a Rachel Bilson nem a outra tia loira de cabelo curto devem ser a melhor solução. Mas que caramba também, eu não sou nenhum missonário de paz, eu não sou responsável pela morte dos golfinhos no Pacífico -malditos orientais-, e por acaso eu trabalho no Greenpeace? Alôou?
Só que... eu sei que a Summer é a escolha certa. gaaaaah

Post dramático, beirando a Augusto dos Anjos /uh que legal (:

sexta-feira, junho 12

Entre a Preta e a Branca




Entre a Preta e a Branca eu prefiro as duas
<3

Aquela que só sabe falar sobre HP.


Aquela que só sabe falar sobre guris.


Tão diferentes e igualmente amadas.


Aquela Fiona verdinha que é a melhor cozinheira que eu conheço, com quem a gente passa as melhores tardes comendo negrinho e assistindo filme.

Aquela Padma Patil que é a maior apaixonada por animais que eu conheço, com quem a gente passa as melhores tardes correndo pelo shopping atrás de roupas pra cosplay.

Elas que festejaram aninhos dia 21 de maio e dia 5 de junho.
E a elas os meus sinceros "Parabéns para você nesta data querida, muitas felicidades, muitos anos de vida!" :P O meu "presente de aniversario" às duas Bárbaras que eu mais amo no mundo inteiro.

Aquelas que me completam de um jeito indefinível, que sem elas a minha vida teria uma lacuna impossível de ser preenchida.
Aquelas que a seu modo, fazem os meus dias mais algres, e a minha existência mais completa por poder dizer que serei seu amigo eternamente.

Amo muito vocês duas,Wartchow e Stoffel :DD

segunda-feira, maio 18

E aí, broto?



E aí broto, quer dar uma olhada no meu calhambeque? Vem pra minha festa de arromba e vamos balançar o esqueleto. Sumpimpa, pão?




Eu tenho sex appeal, não há como negar. Em outras palavras, eu sou untesão, pura çedução, um brotinho 8)

Não acha?
;x


domingo, maio 3

Chá ou café?

Eu odeio visitas.
Completamente: odeio visitar e odeio ser visitado, principalmente. É uma coisa involuntária, impossível resistir; então evite me visitar. Só se rolar mui secso selvagem, aí eu posso ponderar. Até pensar no assunto se você for me presentear com um peixe-boi ou uma Katy Perry vestida de noiva, mas se esse não for o caso, não me visite.
Não é nada pessoal, nada de errado com você, é comigo mesmo. Eu até poderia dizer que é hereditário, aí um motivo, mas não é. Todos da minha família são bons anfitriões, simpáticos -até certo ponto-, fazem o convidado sentir-se em casa e tudo mais. Não fazem feio também visitando, exceto, é claro, quando a minha avó passa da segunda tacinha de vinho. :x Daí baixa o barraco, nega! Tá... não é bem assim.

Mas e quando chegam aqueles "parentes-de-datas-especiais"? Termo designado para aquelas pessoas que tu só vê nos natais e quando alguém morre. Aquelas tias-avós de 2º grau -que no fundo, não tem parentesco algum contigo- que ficam apertando as tuas bochechas e sempre dizendo: "Da última vez que eu te vi era desse tamaíínho". Tipo, independente de que se tu viu a velha faz dois anos ou dois dias, tu sempre era "desse tamaíínho" (com ênfase no i, por favor) da última vez que ela te viu. E aqueles primos-cunhados do inferno que te batem no ombro e largam aquelas frases básicas: "E as namoradinhas, hein hein?". E tu sorri, né? Achando tudo ótimo, claro.

Por isso eu sempre me escondo em dias de festas/jantares/visitas. Não preciso ficar sorrindo pra ninguém, fingindo achar graça das piadas infames, ser observado por todos (sem exceção!) e ficar respondendo sempre as mesmas perguntas. "Como vai indo o colégio? E os estudos? Tudo bem na escola?" Como se eles se importassem. Eu sempre quis me rebelar em um dia desses, sabe? Pular em cima da mesa e gritar que se importassem mais com o penico do caçula e que não ficassem mais comentando, discutindo, cochichando sobre o Guilherme, sobre o cabelo do Guilherme, o colégio do Guilherme, o jeito que o Guilherme se senta, as roupas do Guilherme, o diabo a quatro do bendito Guilherme! Putz u.u

E além de ser muito desconfortável receber e manter os convidados em paz, sem ter um ataque de pelanca nem nada do gênero, o pior de tudo é se despedir. Constrangimento básico: aquela beijação toda, abraço pra lá, presente pra cá, a bisa gritando que esqueceu a dentadura e tu lá, sorrindo. Pedindo a Deus que essa cambada toda se enfie nos carros e nunca mais volte. Ahh.. e quando acaba? \o/ Tu com aquele sorrisão no rosto -enfim verdadeiro- e agradecendo que o próximo natal está bem longe. Tomara que ninguém morra antes disso.